Duas listas de cargos na mesma folha
O primeiro documento do trabalho é uma tabela com os cargos das duas casas, alinhados por função real e não por nome. Cargos com títulos iguais costumam fazer coisas diferentes, e o contrário também.
A Velaris é uma consultoria de gestão com escritório em Sorocaba. Montamos a estrutura de empresas que se juntaram ou incorporaram outra: um organograma, uma matriz de decisões, um calendário de direção.
A Velaris foi formada em 2019 pela junção de dois escritórios pequenos de organização de processos — e as duas rotinas levaram um ano para virar uma só. Hoje somos sete pessoas: consultores de estrutura, uma analista de indicadores e a redação dos documentos de gestão, com escritório em Sorocaba.
Atendemos empresas de 30 a 300 funcionários que passaram por fusão, incorporação, compra de concorrente ou entrada de sócio novo: indústrias, redes de serviço, escritórios técnicos e distribuidoras. O quadro é sempre parecido — dois organogramas, dois modos de arquivar e duas reuniões na mesma semana com metade das mesmas pessoas.
O trabalho tem escopo e prazo escritos antes do primeiro dia: conversas separadas com os dois lados, comparação dos cargos por função real, mesas de acordo com as duas diretorias e ata redigida na própria sala, depois a matriz de papéis, o regulamento de reuniões, os indicadores e o calendário. Acompanhamos o primeiro trimestre no formato combinado.
O que não fazemos: não avaliamos pessoas para decidir quem fica, não conduzimos demissões, não cuidamos da parte societária ou tributária da operação, não fazemos auditoria contábil e não assumimos cargo de direção em nenhuma das casas. Nessas horas trabalhamos ao lado do advogado e do contador do cliente.

Sete anos organizando empresas depois de fusão e incorporação em Sorocaba e na região.
Gente de campo para as duas origens, apuração de números e redação das atas.
Indústrias, redes de serviço, escritórios técnicos e distribuidoras em processo de junção.
Não decidimos quem fica, não conduzimos demissões e não cuidamos da parte societária.
Junção não se resolve escolhendo um dos dois manuais. Se resolve colocando os dois lado a lado e decidindo, item por item, com quem cada decisão fica.
O primeiro documento do trabalho é uma tabela com os cargos das duas casas, alinhados por função real e não por nome. Cargos com títulos iguais costumam fazer coisas diferentes, e o contrário também.
Prazo de aprovação, alçada de compra, quem assina contrato, como se marca férias: listamos as diferenças e levamos cada uma para a mesa em vez de deixar que a prática decida sozinha.
Em toda junção sobram pessoas respondendo a dois lugares. Elas são ouvidas primeiro, porque conhecem, na prática, as duas rotinas.
Os dois calendários de reunião são postos lado a lado; o que se repete vira um encontro só, com pauta acordada entre as partes.
Cada decisão de estrutura sai da reunião escrita, com a data e os nomes de quem estava presente. É isso que impede a discussão de voltar em três meses.
Cada caso em três partes: o que a empresa trouxe, o que fizemos e o que ficou com ela. Divulgados com autorização.
Ficou um fluxo único de aprovação, escrito em uma página, e a reunião de projeto das terças-feiras.
Ficou um organograma com manutenção em uma perna só e o calendário de revisão compartilhado entre as garagens.
Ficou a matriz de decisões técnicas com quem assina cada tipo de laudo e a reunião mensal de qualidade.
Ficou um calendário único de encontros e o regimento com pauta fixa para cada tipo de reunião.
Na conversa inicial, de uma hora, ouvimos como a junção foi feita e dizemos qual das três frentes cabe no estágio em que vocês estão.
Conversar sobre o seu caso